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Um difratômetro de raios X de monocristal revela a estrutura atômica 3D através da análise de padrões de difração de raios X (Lei de Bragg). Por meio da coleta de dados, transformada de Fourier e refinamento de modelos, ele gera mapas de densidade eletrônica para determinar configurações moleculares.
Um cristal único de qualidade para difração de raios X requer a escolha ideal do solvente (solubilidade/volatilidade moderada), um método de crescimento adequado (evaporação/difusão), alta pureza da amostra e um ambiente livre de vibrações para garantir uma morfologia bem definida e defeitos mínimos.
Este artigo detalha uma estratégia abrangente de três frentes para eliminar a interferência de difração de ordem superior na análise de monocristais por raios X. Os métodos envolvem filtragem de hardware na fonte usando monocromadores e fendas, otimização de parâmetros durante a coleta de dados para suprimir a detecção e algoritmos de correção de software para efeitos residuais no processamento de dados. Essa abordagem combinada garante a determinação de alta precisão da estrutura cristalina, controlando os erros de intensidade.
Diferentes formas cristalinas do mesmo medicamento podem diferir significativamente em aparência, solubilidade, ponto de fusão, etc., afetando a estabilidade, produção, biodisponibilidade e segurança do medicamento.
Ao contrário do XRD em pó, que é amplamente utilizado no estágio final do desenvolvimento e produção de medicamentos, a tecnologia de difração de raios X de cristal único desempenha um papel importante nos estágios iniciais e intermediários do desenvolvimento de medicamentos.